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SER CRIANÇA NA COSTA DA LAGOA: MEMÓRIAS, BRINCADEIRAS E NATUREZA. SER CRIANÇA NA COSTA DA LAGOA: MEMÓRIAS, BRINCADEIRAS E NATUREZA.

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MANFROI, Miraíra Noal. Ser criança na costa da lagoa: memórias, brincadeiras e Natureza. Revista Licere, v.19, n.2, jun/2016


A proposta da pesquisa, desenvolvida em 2014, foi compreender os significados de ser criança na Costa da Lagoa, comunidade açoriana, localizada na Lagoa da Conceição, em Florianópolis (SC).

QUANDO A BRINCADEIRA VIRA COISA SÉRIA: DOS MITOS E (IN)VERDADES SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE JOGOS DIGITAIS, CULTURA E CONSUMO QUANDO A BRINCADEIRA VIRA COISA SÉRIA: DOS MITOS E (IN)VERDADES SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE JOGOS DIGITAIS, CULTURA E CONSUMO

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CRUZ JUNIOR, Gilson; CRUZ, Dulce Marcia. Quando a brincadeira vira coisa séria: dos mitos e (in)verdades sobre as relações entre jogos digitais, cultura e consumo. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 38, n. 2, 2016.

 

Este ensaio discute as relações entre jogos digitais, cultura e consumo, abordando as principais ambiguidades e contradições existentes no movimento de popularização dos videogames. Para alcançar essa meta, além do diálogo com a literatura, foram aludidas pesquisas estatísticas que apresentam informações atinentes às indústrias do setor e aos (perfis dos) jogadores. Inferiu-se que essa difusão é subsidiada por práticas culturais ambivalentes, que pendem entre a ilegalidade e a luta contra a desigualdade de acesso a esse e outros bens culturais.

RECONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DA SELEÇÃO BRASILEIRA “PÓS-DUNGA”: ATOS DA NARRATIVA MIDIÁTICA RECONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DA SELEÇÃO BRASILEIRA “PÓS-DUNGA”: ATOS DA NARRATIVA MIDIÁTICA

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BRUGGEMANN, Angelo Luiz; MIRANDA, Lyana Virginia Thediga de; PIRES, Giovani de Lorenzi. RECONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DA SELEÇÃO BRASILEIRA “PÓS-DUNGA”: ATOS DA NARRATIVA MIDIÁTICA. Pensar A Prática, Goiânia, v. 1, n. 19, p.15-30, Não é um mês valido! 2016. Disponível em: <https://revistas.ufg.emnuvens.com.br/fef/article/view/35119>. Acesso em: 24 maio 2016.

A derrota da seleção brasileira na Copa do Mundo FIFA/2010, em meio a hostilidades entre a mídia e o treinador Dunga, resultou num projeto de reconstrução da sua identificação com a torcida brasileira. Este movimento nos instigou a acompanhar, através dos meios de comunicação, como isso se deu sob o comando do novo técnico, Mano Menezes. Foram acompanhados portais de notícias, revistas e jornais on line, que nos permitiram retratar o processo de renovação da imagem da seleção em quatro atos narrados pela mídia, definidos através da Análise de Conteúdo e de aproximações à Análise de Discurso. Pode-se constatar que a mídia brasileira teve participação ambígua no projeto de renovação da imagem da seleção brasileira, conforme os interesses comerciais e de audiência.

MÍDIA-EDUCAÇÃO (FÍSICA) E METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS: A PRODUÇÃO DE IMAGENS COMO POSSIBILIDADE DIDÁTICO-PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO FÍSICA MÍDIA-EDUCAÇÃO (FÍSICA) E METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS: A PRODUÇÃO DE IMAGENS COMO POSSIBILIDADE DIDÁTICO-PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO FÍSICA

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OLIVEIRA, Marcio Romeu; MIRANDA, Lyana Thédiga. Mídia-Educação (física) e metodologias participativas: a produção de imagens como possibilidade didático-pedagógica na educação física. Revista Educação e Cultura Contemporânea, v. 13, n. 31, 2016.

 

O artigo busca refletir sobre a abordagem metodológica-pedagógica participativa no campo da Educação Física escolar, apresentando como recorte o viés das metodologias participativas do vídeo e da fotografia (MEIRINHO, 2014; ALVAREZ, 2013, 2009; ZANOTTI, 2013; LUNCH; LUNCH, 2006; WHITE, 2003). Para fundamentar a discussão, apresenta um panorama sobre a imagem na modernidade e na cultura digital (SONTAG, 2004; JOLY, 2003; BENJAMIN, 1985). Em seguida, traça um breve percurso histórico do uso metodológico da imagem, partindo da Antropologia Visual (BATESON,1977). Após, apresenta o corpus de análise, composto por intervenções realizadas com acadêmicos de Educação Física e desenvolvidas na forma de oficinas de mídia-educação (OROFINO, 2015) com a base teóricometodológica na mídia-educação (FANTIN, 2011). Logo considera a Mídia-educação (Física) como possibilidade teórico-metodológica participativa e a caracteriza como um campo transdisciplinar de práticas pedagógicas ativas e reflexivas, cujo escopo é desenvolver as competências necessárias para que alunos e professores atuem de forma criativa e crítica na atualidade. Por fim, propõe a Mídia-educação (Física) como um espaço privilegiado de reflexão sobre fazeres e saberes pautados nos multiletramentos (COPE & KALANTZIS, 2012) ao tematizar o corpo, o movimento e as possibilidade de toma-los como linguagens que emergem das práticas da cultura digital. Desta forma, o artigo contribui com a Educação Física na sua interface com a Comunicação, ao propor que professores/as e alunos/as reflitam sobre a cientificidade dos temas que permeiam os dois campos, mas assumindo o compromisso da intervenção sociocultural por meio de uma prática didático-pedagógica reflexiva e inserida na contemporaneidade.

Os conceitos de “Cultura Esportiva” e “Habitus Esportivo”: Distanciamentos e aproximações Os conceitos de “Cultura Esportiva” e “Habitus Esportivo”: Distanciamentos e aproximações

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MOREIRA, Tatiana Sviesk, et al. Os conceitos de “Cultura Esportiva” e “Habitus Esportivo”: Distanciamentos e aproximações. Educación Física y Ciencia, La Plata, vol. 18, nº 1, e002, junio 2016.

Este trabalho trata de dois conceitos que servem de suporte para estudos sobreesporte: “cultura esportiva” e “habitus esportivo”. Visamos identificar pontos de intersecção (proximidades) e distanciamentos entre eles no campo da Educação Física brasileira. Concluímos que cultura esportiva corresponde às dimensões descritivas e estruturais de conformação da cultura com relação ao esporte na contemporaneidade, pautada pelo fenômeno da globalização econômica. Este conceito faz referência à concepção simbólica da cultura, compreendendo os significados e sentidos atribuídos ao fenômeno esportivo e à sua prática. O habitus esportivo, adquirido gradativamente a partir da exposição dos agentes sociais à lógica de funcionamento do campo esportivo, é uma disposição para se pensar, significar e agir neste espaço. Nem tudo o que se produz culturalmente no âmbito esportivo é incorporado na forma de habitus esportivo, mas todo o habitus se baseia em aspectos da cultura esportiva. A cultura esportiva possui uma pluralidade de manifestações que nem sempre são incorporadas na forma de habitus. Considerando que o aspecto que diferencia a instrumentalização dos conceitos de cultura e habitus esportivo é o foco analítico, o trabalho com ambos de forma complementar se constitui em uma opção teórica e metodológica que contribui para o alargamento dos pontos de análise.