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RECONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DA SELEÇÃO BRASILEIRA “PÓS-DUNGA”: ATOS DA NARRATIVA MIDIÁTICA RECONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DA SELEÇÃO BRASILEIRA “PÓS-DUNGA”: ATOS DA NARRATIVA MIDIÁTICA

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BRUGGEMANN, Angelo Luiz; MIRANDA, Lyana Virginia Thediga de; PIRES, Giovani de Lorenzi. RECONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DA SELEÇÃO BRASILEIRA “PÓS-DUNGA”: ATOS DA NARRATIVA MIDIÁTICA. Pensar A Prática, Goiânia, v. 1, n. 19, p.15-30, Não é um mês valido! 2016. Disponível em: <https://revistas.ufg.emnuvens.com.br/fef/article/view/35119>. Acesso em: 24 maio 2016.

A derrota da seleção brasileira na Copa do Mundo FIFA/2010, em meio a hostilidades entre a mídia e o treinador Dunga, resultou num projeto de reconstrução da sua identificação com a torcida brasileira. Este movimento nos instigou a acompanhar, através dos meios de comunicação, como isso se deu sob o comando do novo técnico, Mano Menezes. Foram acompanhados portais de notícias, revistas e jornais on line, que nos permitiram retratar o processo de renovação da imagem da seleção em quatro atos narrados pela mídia, definidos através da Análise de Conteúdo e de aproximações à Análise de Discurso. Pode-se constatar que a mídia brasileira teve participação ambígua no projeto de renovação da imagem da seleção brasileira, conforme os interesses comerciais e de audiência.

QUANDO A BRINCADEIRA VIRA COISA SÉRIA: DOS MITOS E (IN)VERDADES SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE JOGOS DIGITAIS, CULTURA E CONSUMO QUANDO A BRINCADEIRA VIRA COISA SÉRIA: DOS MITOS E (IN)VERDADES SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE JOGOS DIGITAIS, CULTURA E CONSUMO

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CRUZ JUNIOR, Gilson; CRUZ, Dulce Marcia. Quando a brincadeira vira coisa séria: dos mitos e (in)verdades sobre as relações entre jogos digitais, cultura e consumo. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 38, n. 2, 2016.

 

Este ensaio discute as relações entre jogos digitais, cultura e consumo, abordando as principais ambiguidades e contradições existentes no movimento de popularização dos videogames. Para alcançar essa meta, além do diálogo com a literatura, foram aludidas pesquisas estatísticas que apresentam informações atinentes às indústrias do setor e aos (perfis dos) jogadores. Inferiu-se que essa difusão é subsidiada por práticas culturais ambivalentes, que pendem entre a ilegalidade e a luta contra a desigualdade de acesso a esse e outros bens culturais.

MÍDIA-EDUCAÇÃO (FÍSICA) E METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS: A PRODUÇÃO DE IMAGENS COMO POSSIBILIDADE DIDÁTICO-PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO FÍSICA MÍDIA-EDUCAÇÃO (FÍSICA) E METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS: A PRODUÇÃO DE IMAGENS COMO POSSIBILIDADE DIDÁTICO-PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO FÍSICA

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OLIVEIRA, Marcio Romeu; MIRANDA, Lyana Thédiga. Mídia-Educação (física) e metodologias participativas: a produção de imagens como possibilidade didático-pedagógica na educação física. Revista Educação e Cultura Contemporânea, v. 13, n. 31, 2016.

 

O artigo busca refletir sobre a abordagem metodológica-pedagógica participativa no campo da Educação Física escolar, apresentando como recorte o viés das metodologias participativas do vídeo e da fotografia (MEIRINHO, 2014; ALVAREZ, 2013, 2009; ZANOTTI, 2013; LUNCH; LUNCH, 2006; WHITE, 2003). Para fundamentar a discussão, apresenta um panorama sobre a imagem na modernidade e na cultura digital (SONTAG, 2004; JOLY, 2003; BENJAMIN, 1985). Em seguida, traça um breve percurso histórico do uso metodológico da imagem, partindo da Antropologia Visual (BATESON,1977). Após, apresenta o corpus de análise, composto por intervenções realizadas com acadêmicos de Educação Física e desenvolvidas na forma de oficinas de mídia-educação (OROFINO, 2015) com a base teóricometodológica na mídia-educação (FANTIN, 2011). Logo considera a Mídia-educação (Física) como possibilidade teórico-metodológica participativa e a caracteriza como um campo transdisciplinar de práticas pedagógicas ativas e reflexivas, cujo escopo é desenvolver as competências necessárias para que alunos e professores atuem de forma criativa e crítica na atualidade. Por fim, propõe a Mídia-educação (Física) como um espaço privilegiado de reflexão sobre fazeres e saberes pautados nos multiletramentos (COPE & KALANTZIS, 2012) ao tematizar o corpo, o movimento e as possibilidade de toma-los como linguagens que emergem das práticas da cultura digital. Desta forma, o artigo contribui com a Educação Física na sua interface com a Comunicação, ao propor que professores/as e alunos/as reflitam sobre a cientificidade dos temas que permeiam os dois campos, mas assumindo o compromisso da intervenção sociocultural por meio de uma prática didático-pedagógica reflexiva e inserida na contemporaneidade.

MANIFESTAÇÕES SOCIAIS E MÍDIA NA COPA DAS CONFEDERAÇÕES 2013: ESTUDO COM PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM FORMAÇÃO INICIAL MANIFESTAÇÕES SOCIAIS E MÍDIA NA COPA DAS CONFEDERAÇÕES 2013: ESTUDO COM PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM FORMAÇÃO INICIAL

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SANTOS, Silvan Menezes dos; PIRES, Giovani de Lorenzi. Manifestações sociais e mídia na Copa das Confederações 2013: estudo com professores de Educação Física em formação inicial. Revista Movimento, v.22, n.1, p. 199-210, jan-mar./2016.

 

O objetivo foi investigar de que maneira os professores de Educação Física em formação inicial atribuem significado ao discurso midiático-esportivo sobre megaeventos no âmbito da convergência digital. Um estudo observacional-descritivo, de inspiração etnográfica, com abordagem qualitativa. No cenário online da pesquisa, acompanhamos a página pessoal de cinco estudantes de Educação Física no Facebook. No cenário offline, foi realizada uma entrevista coletiva semiestruturada com os estudantes. Identificamos que, mesmo com compreensões críticas sobre o discurso midiático, faltou aos interlocutores a compreensão ampliada do fenômeno esportivo e das manifestações sociais relacionando-as com outras instâncias sociais, sobretudo com o próprio campo acadêmico e profissional.

O ESPORTE NA/DA ESCOLA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE SANTA CATARINA. O ESPORTE NA/DA ESCOLA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE SANTA CATARINA.

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SILVEIRA, Juliano. O esporte na/da escola nas políticas públicas de Santa Catarina.  Revista Kinesis, n. 36 (especial), p 17-36, 2016

 

Esta pesquisa é fruto de uma análise documental acerca das políticas públicas para o esporte escolar em Santa Catarina. Especificamente a Proposta Curricular de Santa Catarina e o Programa Estadual Esporte Escolar. A partir da análise realizada veremos que as contradições entre os documentos são enormes, estabelecendo um conflito entre os mesmos. Assim, mostraremos o quanto podem ser diferentes as políticas para o esporte escolar dentro e fora das aulas de Educação Física e as consequências do trato com o esporte em perspectivas aparentemente tão distintas numa mesma instituição.