Textos completos publicados em anais de eventos

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Luzes, câmera, ação Luzes, câmera, ação

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PEREIRA, Rogério Santos, MIRANDA, Lyana Virgínia Thédiga, BRÜGGEMANN, Ângelo Luíz, FERRARI, Rodrigo Duarte. Luzes, câmera, ação: enquadrando a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos/2012. In: VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte. Anais... Matinhos/PR: Secretaria Estadual do Paraná/ CBCE, 2014

RESUMO 

O presente texto é parte de uma pesquisa coletiva que analisou, de forma comparativa, a cobertura jornalístico-esportiva dos Jogos Olímpicos de Londres/2012 (JO/2012) entre a Rede Record, detentora brasileira dos direitos de transmissão do evento, e as demais emissoras de TV aberta do país. No caso deste artigo, o interesse incidiu na cerimônia de abertura dos JO/2012. Constituíram-se como corpus de análise os conteúdos veiculados, no dia da abertura, nos jornais da Record, da Globo, da Band e do SBT. A fim de ampliar o conteúdo de comparações, optou-se, ainda, pelo monitoramento de postagens sobre a cerimônia no microblog Twitter. A base teórico-metodológica utilizada foi a Análise de Enquadramento, comum à pesquisa maior, além de aproximações ao conceito de Indústria Cultural, fundamento teórico específico para este artigo. Na discussão, a cerimônia de abertura do megaevento esportivo se apresentou como um produto audiovisual propicio ao entrelaçamento de características mercadológicas e interesses midiáticos-esportivos, que se refletiram no posicionamento, na construção do discurso e na veiculação dos conteúdos jornalísticos sobre os JO/2012.    

PALAVRAS-CHAVE: Jogos Olímpicos Londres/2012; enquadramento; rede social.   

Formação do professor de Educação Física Formação do professor de Educação Física

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FIAMONCINI, Luciana. Formação do professor de Educação Física: há espaço para a sensibilidade? In: VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências dos Esporte, 2014, Matinhos. Anais do VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências dos Esporte, 2014.

Resumo

O texto acima nos provoca pensar em nossas mais íntimas sensações, o que vai em nosso âmago, o que nos move, o que nos toca. As experiências pelas quais passamos marcam nosso modo de ser e de se relacionar. A abertura, o trato, o cuidado com a sensibilidade aguça as potencialidades humanas de discernimento e compreensão de nós mesmos, dos outros seres e fenômenos, ou seja, possibilita sentir a complexidade e inteireza da existência e da coexistência. Essa abertura permite perceber, olhar, ouvir o outro com empatia e solicitude. O autor acima quer se referir a esse universo sensível que muitas vezes não encontra a devida importância, pois este universo escapa à objetividade do mundo, escapa ao saber científico formal. É desse modo que aprendemos a agir, de acordo com a razão, confiando no que a ciência comprovou como verdade. Este é nosso referencial, então a ciência tem nos afastado de nosso saber sensível, de nossas experiências vividas, sentidas, percebidas que também devem ser reconhecidas como uma forma de saber (não a única), mas como uma forma também válida de apreensão do real.

Cultura e tecnologias: netnografia com jovens futebolistas brasileiros na Europa Cultura e tecnologias: netnografia com jovens futebolistas brasileiros na Europa

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BRÜGGEMANN, Ângelo Luiz; BITENCOURT, Fernando Gonçalves. Cultura e tecnologias: netnografia com jovens futebolistas brasileiros na europa. In: VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte, 2014, Matinhos. Anais do VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte, 2014.

Resumo

O brasileiro convive direta ou indiretamente com o futebol no seu dia a dia, ao ponto que este se tornou o esporte hegemonicamente reconhecido no território nacional e internacional como uma manifestação da cultura brasileira. Esta representação faz com que o tema tenha espaço no cotidiano dos noticiários, no discurso e no debate de grande parte da população brasileira, nos meios de comunicação de massa, na academia, na rua e, mais recentemente nas redes sociais. Este último âmbito de é tomado como locus de pesquisa, tendo como sujeitos jovens futebolistas brasileiros que atuam em clubes europeus. Como objetivo, queremos estudar de que formas eles interagem em suas redes sociais e assim mantem vínculos com a cultura e identidade brasileira. Para buscar este objetivo realizaremos uma netnografia nas redes sociais dos sujeitos da pesquisa, conforme sugerido por Robert Kozinets. O processo de análise dos dados se dará através de categorias teóricas (“Cultura”, “Religião”, “Família”, “Linguagem”) com a possibilidade de inclusão de categorias empíricas na descrição e interpretação do campo.

PALAVRAS-CHAVE: Jovens futebolistas; redes sociais; cultura/identidade; netnografia

As Olimpíadas/2012 na mídia sergipana As Olimpíadas/2012 na mídia sergipana

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MEZZAROBA, Cristiano; ARAGÃO, Paula; QUARANTA, André Marsiglia; GARCIA, Luciana Carolinne Pina. As Olimpíadas/2012 na mídia sergipana: investigando estratégias de agendamento e a mobilização da dialética global-local. In: VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte, 2014, Matinhos/PR. Anais... Matinhos/PR: Secretaria Estadual do Paraná/CBCE, 2014. v. 1, p. 1-16. 

RESUMO 

O Brasil passou a atrair as atenções mundiais e a destacar-se no cenário esportivo por sediar grandes eventos, como os Jogos Pan-americanos (2007), a Copa das Confederações (2013), a Copa do Mundo (2014), e, por fim, as Olimpíadas/Paraolimpíadas (2016). Em 2012, observamos, em Londres/Inglaterra, a exacerbação do fenômeno esportivo nas suas múltiplas facetas, articulando os mais variados setores, como economia, cultura, política, educação e, claro, esporte – apresentados para a sociedade brasileira por meio das diversas mídias, como televisão, jornais impressos e internet. Nesta pesquisa, nosso objetivo foi identificar e analisar como um conjunto midiático do estado de Sergipe antecipou e deu visibilidade às Olimpíadas/2012, construindo um “agendamento midiático-esportivo”, a partir da estratégia da mobilização dialética global-local, aproximando o público sergipano do megaevento esportivo. De cunho qualitativo e de caráter descritivo-exploratório, a pesquisa desenvolveu-se em 3 eixos: mídia impressa, mídia digital e mídia televisiva – que permitiram evidenciar a baixa efetivação da estratégia de agendamento e da dialética globallocal, seja em virtude do amadorismo das entidades jornalísticas, seja, principalmente, pela ausência de interesse num evento no qual o único ícone local era uma árbitra, o que demandaria um esforço sobrecomum para reter a atenção dos sergipanos.  

 

PALAVRAS-CHAVE: Olimpíadas/2012; mídia sergipana; agendamento midiático-esportivo. 

A formação do professor-pesquisador no curso de Educação Física da UFSC A formação do professor-pesquisador no curso de Educação Física da UFSC

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POFFO, Bianca Natália. A formação do professor-pesquisador no curso de Educação Física da UFSC: estudo sobre documentos curriculares e produção acadêmica. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Ciências do Esporte, 2014, Matinhos. Anais do VII Congresso Sul Brasileiro de Ciências do Esporte, 2014.

RESUMO  

Este estudo realizou uma análise do contexto documental do Curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina, e o principal objetivo é  expressado nos seguintes tópicos: i) um contexto documental do campo, no que se refere a aspectos curriculares a respeito do tema pesquisa no curso; ii) os resultados de uma pesquisa a respeito da composição das referências bibliográficas de trabalhos de conclusão de curso (TCCs); A primeira etapa foi realizada através da pesquisa aos documentos curriculares de formação de professores e balizadores do curso especificamente e a segunda etapa foi realizada através da análise dos TCCs defendidos no curso de licenciatura em Educação Física no período de quatro semestres (de 2011/1 a 2012/2). Pudemos constatar através da análise dos documentos curriculares que a pesquisa está prevista na formação dos professores, mas a pequena presença de referências de revistas online nos TCCs parece indicar a subutilização destas ao longo do curso.  

 

PALAVRAS-CHAVE: Educação Física; UFSC; professor-pesquisador; documentos curriculares