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O GIGANTE ACORDOU NA COPA DAS CONFEDERAÇÕES... E A EDUCAÇÃO FÍSICA? O GIGANTE ACORDOU NA COPA DAS CONFEDERAÇÕES... E A EDUCAÇÃO FÍSICA?

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SANTOS, Silvan Menezes. O Gigante Acordou na Copa das Confederações...e a educação física? Um estudo de recepção com professores em formação inicial. In: VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte, 2014, Matinhos. Anais do VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte, 2014.

Resumo

No momento esportivo do Brasil, de realização de megaeventos, a preocupação com as implicações deles à cultura esportiva do país tornou-se pauta principal de estudos acadêmicos. Em um estudo observacional-descritivo com inspiração etnográfica, o objetivo foi compreender como professores de Educação Física em formação inicial interagem com o discurso midiático-esportivo no âmbito da convergência digital. O estudo foi desenvolvido com cinco estudantes do curso de licenciatura em Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina. A investigação aconteceu em dois cenários que se complementaram: 1) online, no Facebook; 2) offline, com questionários mistos e entrevista coletiva. A interpretação dos dados foi apoiada no método de análise de conteúdo. Duas categorias temáticas foram empregadas na análise empírica dos dados: Megaeventos Esportivos e Manifestações Sociais. Consideramos como reflexões finais a necessidade do acompanhamento da Educação Física, da formação à intervenção, às constantes transformações socioculturais das tecnologias de informação e comunicação através da convergência digital; estar atento a esse processo para fazer aproximações entre as dimensões teóricas e práticas da formação cultural e humana na perspectiva da emancipação e do exercício da cidadania no contexto da cultura esportiva.

PALAVRAS-CHAVE: Educação Física; Megaeventos Esportivos; Mídia; Convergência Digital.

As Olimpíadas/2012 na mídia sergipana As Olimpíadas/2012 na mídia sergipana

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MEZZAROBA, Cristiano; ARAGÃO, Paula; QUARANTA, André Marsiglia; GARCIA, Luciana Carolinne Pina. As Olimpíadas/2012 na mídia sergipana: investigando estratégias de agendamento e a mobilização da dialética global-local. In: VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte, 2014, Matinhos/PR. Anais... Matinhos/PR: Secretaria Estadual do Paraná/CBCE, 2014. v. 1, p. 1-16. 

RESUMO 

O Brasil passou a atrair as atenções mundiais e a destacar-se no cenário esportivo por sediar grandes eventos, como os Jogos Pan-americanos (2007), a Copa das Confederações (2013), a Copa do Mundo (2014), e, por fim, as Olimpíadas/Paraolimpíadas (2016). Em 2012, observamos, em Londres/Inglaterra, a exacerbação do fenômeno esportivo nas suas múltiplas facetas, articulando os mais variados setores, como economia, cultura, política, educação e, claro, esporte – apresentados para a sociedade brasileira por meio das diversas mídias, como televisão, jornais impressos e internet. Nesta pesquisa, nosso objetivo foi identificar e analisar como um conjunto midiático do estado de Sergipe antecipou e deu visibilidade às Olimpíadas/2012, construindo um “agendamento midiático-esportivo”, a partir da estratégia da mobilização dialética global-local, aproximando o público sergipano do megaevento esportivo. De cunho qualitativo e de caráter descritivo-exploratório, a pesquisa desenvolveu-se em 3 eixos: mídia impressa, mídia digital e mídia televisiva – que permitiram evidenciar a baixa efetivação da estratégia de agendamento e da dialética globallocal, seja em virtude do amadorismo das entidades jornalísticas, seja, principalmente, pela ausência de interesse num evento no qual o único ícone local era uma árbitra, o que demandaria um esforço sobrecomum para reter a atenção dos sergipanos.  

 

PALAVRAS-CHAVE: Olimpíadas/2012; mídia sergipana; agendamento midiático-esportivo. 

#Joga pra mim? #Joga pra mim?

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LISBÔA, Mariana Mendonça. #Joga pra mim? Publicidade e Infância na Copa do Mundo de Futebol. In: VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte, 2014, Matinhos/PR. Anais... Matinhos/PR: Secretaria Estadual do Paraná/CBCE, 2014.

RESUMO

O objetivo deste artigo é compreender, de maneira crítica, as relações entre publicidade, esporte e infância. Para tanto, além de buscar articular alguns elementos teórico-conceituais fundamentadores do debate, dialogaremos com a campanha publicitária da Sadia, veiculada na Copa do Mundo de Futebol 2014, composta pelo slogan “#Jogapramim”. Observa-se o “entretenimento publicitário interativo” (COVALESKI, 2010) como uma nova linguagem dos meios de comunicação, que explora o conteúdo esportivo na elaboração de “narrativas transmidiáticas” (JENKINS, 2009). Neste cenário as crianças ganham destaque pelo potencial de consumo gerado (direto ou indiretamente) e por contribuir ao apelo emocional. Educação (Física) e comunicação estabelecem, assim, novas e profícuas possibilidades de abordagens, tendo em vista que a (trans)formação esportiva, que se deseja esclarecida e emancipada, necessita considerar a  publicização do esporte e da criança, como perspectiva de uma crítica a cultura, através da mídia-educação.  

PALAVRAS-CHAVE: Publicidade, Esporte, Criança.  

Pelé, Ronaldinho Gaúcho e Neymar JR. Pelé, Ronaldinho Gaúcho e Neymar JR.

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MESSA, Fábio Carvalho, Pelé, Ronaldinho Gaúcho e Neymar JR. Mitologias Midiáticas nas HQ’s de Maurício de Souza. In: VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte, 2014, Matinhos. Anais do VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte, 2014.

Resumo

Este artigo apresenta e discute os perfis de três personagens-títulos das histórias em quadrinhos da Turma da Mônica, de Maurício de Sousa – Pelezinho, Ronaldinho Gaúcho e Neymar Jr., craques do futebol brasileiro – para evidenciar as diferentes formas de representação simbólica do futebol no imaginário midiático. A partir de um trabalho metodológico de monitoramento semiótico-discursivo das edições impressas de fevereiro de 2013 a fevereiro de 2014, selecionaram-se algumas passagens para destacar as distintas nuances do conhecimento sobre o futebol veiculado nas narrativas, por meio de determinadas ocorrências sígnicas. São elas: características das personalidades dos heróis (sujeitos históricos) e suas bases parafrásticas e paródicas; figuratividades do futebol – presença da bola, aspectos sociais e pedagógicos do desporto, propaganda ideológica, estereótipos e índices morais e políticos subjacentes às narrativas. Com base nessa categorização e nas teorias da linguagem de Roland Barthes e Umberto Eco, identificamos que a revista do Pelezinho, proposta mais antiga do autor, concentra no personagem grande parte do repertório cultural do futebol brasileiro dos anos 70-80, condensando questões de linguagem e comportamento, assim como a disseminação dos saberes sobre o futebol e sua pedagogia, incluindo seus desdobramentos afetivos e sociais. Já as histórias de Ronaldinho Gaúcho e Neymar Jr. têm suas propostas encomendadas a partir de temas recorrentes da agenda midiática nacional dos anos 2000, com um menor comprometimento com os saberes acerca do futebol. Por meio de enredos pouco problematizáveis, as políticas editoriais dessas duas últimas tematizam amenidades do universo infantil, engrenam campanhas ideológicas, que reforçam estereótipos e padrões morais, geralmente extraídos da factualidade jornalística e/ou da mitologia midiático-esportiva brasileira.

PALAVRAS-CHAVES: Futebol; História em Quadrinhos; Semiótica; Mito; Metáfora.

Luzes, câmera, ação Luzes, câmera, ação

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PEREIRA, Rogério Santos, MIRANDA, Lyana Virgínia Thédiga, BRÜGGEMANN, Ângelo Luíz, FERRARI, Rodrigo Duarte. Luzes, câmera, ação: enquadrando a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos/2012. In: VII Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte. Anais... Matinhos/PR: Secretaria Estadual do Paraná/ CBCE, 2014

RESUMO 

O presente texto é parte de uma pesquisa coletiva que analisou, de forma comparativa, a cobertura jornalístico-esportiva dos Jogos Olímpicos de Londres/2012 (JO/2012) entre a Rede Record, detentora brasileira dos direitos de transmissão do evento, e as demais emissoras de TV aberta do país. No caso deste artigo, o interesse incidiu na cerimônia de abertura dos JO/2012. Constituíram-se como corpus de análise os conteúdos veiculados, no dia da abertura, nos jornais da Record, da Globo, da Band e do SBT. A fim de ampliar o conteúdo de comparações, optou-se, ainda, pelo monitoramento de postagens sobre a cerimônia no microblog Twitter. A base teórico-metodológica utilizada foi a Análise de Enquadramento, comum à pesquisa maior, além de aproximações ao conceito de Indústria Cultural, fundamento teórico específico para este artigo. Na discussão, a cerimônia de abertura do megaevento esportivo se apresentou como um produto audiovisual propicio ao entrelaçamento de características mercadológicas e interesses midiáticos-esportivos, que se refletiram no posicionamento, na construção do discurso e na veiculação dos conteúdos jornalísticos sobre os JO/2012.    

PALAVRAS-CHAVE: Jogos Olímpicos Londres/2012; enquadramento; rede social.