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AUTO-ARQUIVAMENTO E ACESSO ABERTO:  DEVERES E DIREITOS DIGITAIS NA SOCIEDADE DE REDE AUTO-ARQUIVAMENTO E ACESSO ABERTO: DEVERES E DIREITOS DIGITAIS NA SOCIEDADE DE REDE

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Adicionado em: 13/03/2014
Date modified: 13/03/2014
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FERRARI, Rodrigo Duarte Duarte; PIRES, Giovani De Lorenzi. Auto-arquivamento e acesso aberto: deveres e direitos digitais na sociedade em rede. RDBCI, Campinas, SP, v. 12, n. 1, p. 22-38, fev. 2014. ISSN 1678-765X. Disponível em: <http://143.106.108.14/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/3874>. Acesso em: 13 Mar. 2014.

Resumo

Este artigo é o produto de uma investigação sobre o auto-arquivamento em repositórios digitais como uma relação de direitos e deveres no contexto da sociedade em rede e do acesso aberto. Partimos de um estudo de caso sobre a percepção de pesquisadores brasileiros sobre os usos e propósitos do Repositório Institucional da Rede CEDES (RIRC). Isto criou condições para observar e refletir sobre o compromisso social e político dos pesquisadores da Rede CEDES em organizar e disponibilizar as produções dessa ação ministerial em acesso aberto. Realizamos dez entrevistas com os pesquisadores da Rede CEDES no período de 19/11/2010 até 14/09/2011 e utilizamos algumas estatísticas do RIRC e da própria rede como dados. Nesse texto, apresentamos uma discussão sobre o auto-arquivamento no RIRC a partir de três conceitos principais: distribuição coletiva; inteligência coletiva, cultura participativa. Como resultado desta pesquisa, observamos que há contradições entre um discurso pautado pelas qualidades ideais dos repositórios digitais e do acesso aberto em contraste com a prática efetiva que deveria materializar esse discurso.

Palavras-chave: Auto-arquivamento. Acesso aberto. Repositórios digitais.

Burlando o círculo mágico Burlando o círculo mágico

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Adicionado em: 10/12/2014
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CRUZ JUNIOR, Gilson. Burlando o círculo mágico: o esporte no bojo da gamificação. Movimento. Porto Alegre, v. 20, n. 3, p. 941-963, jul./set. de 2014.

Resumo

Este trabalho tem como objetivo apresentar o conceito e os fundamentos da gamificação, na tentativa de evidenciar a sua presença no universo das práticas corporais. Para isso, analisa dois casos distintos que demonstram a inserção desse fenômeno no âmbito da atividade física e do esporte, respectivamente: a linha de produtos Nike+ e o game on-line Cartola FC. Por fim, tece considerações a respeito das implicações trazidas pela gamificação aos papéis cumpridos pelo jogo, bem como das oportunidades que oferece ao movimento humano, para além dos videogames convencionais.

Palavras-chave: Gaming. Educação Física. Gamificação. Esporte.

 

Comunicação nas aulas de Educação Física Comunicação nas aulas de Educação Física

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Adicionado em: 10/12/2014
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SOUZA, Carla Monteiro; MENDES, Diego Sousa. Comunicação nas aulas de Educação Física: uma investigação preliminar da relação pedagógica entre professor e aluno. Lecturas Educación Física y Deportes (Buenos Aires), v. 18, p. 1-1, 2014.

Resumo     

Tendo como enfoque a comunicação na Educação Física escolar, nosso propósito neste estudo foi entender como se consolida a comunicação entre professor e alunos durante a aula. Desta forma, optamos em analisar os diálogos nas aulas de Educação Física por um mês em duas escolas públicas de São João del-Rei, MG. Durante a coleta dos dados utilizamos o método FaMOC proposto por Faria Júnior (1987). Todas as aulas foram registradas em uma tabela e também foram filmadas para que posteriormente pudéssemos comparar os números encontrados. Ao discutirmos os dados verificamos que em uma escola o ensino foi trabalhado de forma mais crítica e o diálogo em muitas ocasiões era utilizado de uma forma pedagógica. No entanto, em outro contexto analisado, o ensino foi desenvolvido de forma mais tradicional e o diálogo muitas vezes fugia do tema de ensino e não apresentava fins educativos claros.        

Unitermos: Educação. Comunicação. Educação Física. 

Corpo feminino, fitness e a coluna partida de Frida Kahlo Corpo feminino, fitness e a coluna partida de Frida Kahlo

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ZOBOLI, Fábio; SILVA, Renato Izidoro; CORREIA, Elder Silva; SANTOS, Luana Alves; BOMFIM, Evandro Santos Melo. Corpo feminino, fitness e a coluna partida de Frida Kahlo: diálogo semiótico. Revista Impulso: Piracicaba/SP p. 73-86.mai-ago, 2014. Disponível em: https://www.metodista.br/revistas/revistas-unimep/index.php/impulso/article/view/1833

Resumo

Este texto é fruto de uma pesquisa semiótica que procurou explicar os motivos que levaram, a partir de um ponto de vista fenomenológico inicial, um grupo de pesquisadores do corpo e da comunicação identificar uma relação possível entre o quadro A coluna partida, da pintora mexicana Frida Kahlo, com a chamada cultura fitness feminina contemporânea. Para fundar tal diálogo semiótico, suspendemos duas categorias: dor/sofrimento e biotecnologia, pois entendemos que elas podem ser vistas iconicamente mediante imagem e metáfora tanto na vida e na obra de Frida Kahlo – retratada especificamente na pintura aqui analisada –, como no contexto da cultura fitness, no que tange a marcas, expressões e discursos que tais práticas inscrevem no corpo feminino. Mirar o quadro A coluna partida com as lentes da semiótica, visando estabelecer relações imagéticas e metafóricas com a cultura fitness, remete-nos a uma leitura em que os padrões modernos de beleza e saúde recaem sobre os corpos femininos por meio das biotecnologias médicas cujo preço paga-se também com dor/sofrimento.

Palavras-chave: Frida Kahlo; A coluna partida; Cultura fitness; Corpo feminino; Semiótica.

 

Costa da Lagoa: Reflexões Sobre as Crianças, as Brincadeiras e a Natureza. Costa da Lagoa: Reflexões Sobre as Crianças, as Brincadeiras e a Natureza.

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MANFROI, M. N.; MARINHO, A. Costa da Lagoa: Reflexões Sobre as Crianças, as Brincadeiras e a Natureza. Revista Brasileira de Estudos do Lazer, v. 1, n. 3, p.3-23, set./dez. 2014

O artigo apresenta a proposta da pesquisa, desenvolvida em 2014, com as crianças da Costa da Lagoa, comunidade açoriana, localizada na Lagoa da Conceição, em Florianópolis (SC). A definição da Costa partiu da concepção de que há comunidades que mantêm princípios de liberdade com as crianças que, de certa maneira, possuem os tempos e os espaços, no ambiente natural e cultural, para se desafiarem e crescerem. Neste percurso, a pesquisa traz como objetivo a proposta de desvendar os sentidos e significados encontrados nas relações estabelecidas pelas crianças, moradoras da Costa da Lagoa, entre o ser, o brincar e a natureza. A definição metodológica partiu da etnografia, com seu “olhar de perto e de longe” e seu “olhar de dentro e de fora” e se configurou como caminho a ser seguido, com predominância qualitativa e caráter descritivo. O foco foram as crianças que, de maneira geral, estão habilitadas a participar do contexto social, segundo as suas vontades e as suas habilidades, pois pertencer e fazer parte é um direito que se conquista ao nascer. Para a coleta de dados foram utilizados instrumentos complementares entre si: observações participantes; caderno de apontamentos; conversas informais; fotografias; filmagens; desenhos das crianças; participação em eventos da comunidade. Ao concluir a pesquisa, mas longe de saciar as inquietações como pesquisadoras, avaliamos que a etnografia oportunizou uma caminhada significativa pelas trilhas e travessias da Costa. As crianças que aí vivem têm a oportunidade de realizar atividades no ambiente natural, entre árvores, águas, terras e bichos. São crianças desafiadas a superar medos, a ampliar movimentos corporais, a desenvolver o autoconhecimento e a expandir a capacidade de sensibilização.