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CONSIDERAÇÕES SOBRE O ESPORTE E O LAZER CONSIDERAÇÕES SOBRE O ESPORTE E O LAZER

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Adicionado em: 03/10/2013
Date modified: 03/10/2013
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SILVEIRA, Juliano. Considerações sobre o Esporte e o Lazer: entre direitos sociais e projetos sociais. Licere, Belo Horizonte, v.16, n.1, mar/2013.

RESUMO

Este artigo objetiva discutir o direito ao esporte e ao lazer na sociedade contemporânea, baseando-se nas imbricações entre este e a ascensão dos projetos esportivos sociais realizados por Empresas privadas ou instituições do Terceiro Setor. A análise nos indica que, em virtude da adoção de características neoliberais, o Estado deixa de oferecer o esporte e o lazer de maneira universal. E, assim, abre espaço para que outras instituições utilizem o esporte em programas restritos a determinadas comunidades e com fins utilitaristas, voltados para a solução de problemas sociais que tendem a extrapolar os limites do esporte. A estrutura do texto é a seguinte: são apresentadas considerações sobre o esporte e o lazer como direitos sociais; a perspectiva da responsabilidade social das empresas e as intervenções do Terceiro setor; a perspectiva do esporte social e, ao final, é realizada a síntese das discussões.

Cultura colaborativa e gestão do conhecimento em esporte e lazer Cultura colaborativa e gestão do conhecimento em esporte e lazer

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Adicionado em: 22/05/2013
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FERRARI, Rodrigo Duarte; PIRES, Giovani de Lorenzi. Cultura colaborativa e gestão do conhecimento em esporte e lazer. Motriz, Rio Claro, v.19 n.2, p.288-297, abr./jun. 2013.

RESUMO

A partir da experiência de desenvolvimento e administração do RIRC, um projeto realizado pelo LaboMídia/UFSC com o apoio da Rede CEDES/Ministério do Esporte, delimitamos o uso desse repositório digital como objeto de pesquisa de uma dissertação de mestrado. Dessa forma, organizamos esse trabalho com base nas discussões teóricas que envolvem a gestão da informação e do conhecimento no âmbito do esporte e lazer brasileiro, sobretudo, pelos princípios do movimento mundial a favor da promoção do acesso aberto à informação e conhecimento científico. Nesse contexto, investigamos como o RIRC era percebido pelos gestores e pesquisadores da Rede CEDES, durante os anos de 2010 e 2011. A delimitação deste problema de pesquisa criou condições para observar e refletir sobre o compromisso social e político dos integrantes da Rede CEDES em organizar e disponibilizar as produções dessa ação ministerial. Sendo assim, descrevemos, analisamos e refletimos sobre a percepção dos integrantes da Rede CEDES em relação ao RIRC, no escopo da gestão da informação e do conhecimento em esporte e lazer. Realizamos treze entrevistas com os integrantes da Rede CEDES no período de 19/11/2010 até 14/09/2011 e utilizamos algumas estatísticas do RIRC e da própria rede como dados. Por conta dessa estrutura, esta pesquisa se caracterizou como um estudo de caso qualitativo, entendimento que nos orientou durante a coleta, análise, discussão e interpretação dos dados. Após a construção dos caminhos teóricos e metodológicos definimos quatro eixos de discussão dos dados: a) Contexto sócio-histórico de construção da Rede CEDES; b) O processo de desenvolvimento do RIRC; c) O RIRC como política pública; e d) O RIRC no contexto da cultura participativa. O diálogo entre esses eixos e o referencial teórico fundamenta a apresentação dos achados desta pesquisa, dos quais destacamos inicialmente que o RIRC é percebido pelos integrantes da Rede CEDES entrevistados como uma iniciativa relevante no âmbito das políticas públicas em esporte e lazer no Brasil. Todavia, menos de 20% do potencial do sistema foi utilizado pelos integrantes da Rede CEDES no período em que realizamos essa investigação. Isso indica que há contradições entre um discurso pautado pelas qualidades ideais dos repositórios digitais e do acesso aberto em contraste com a prática efetiva que deveria materializar esse discurso. Entre outras reflexões, consideramos que o RIRC se configura como uma ferramenta que demonstra algumas necessidades relativas às possibilidades de mudanças culturais dos integrantes da Rede CEDES, no que se refere à produção e veiculação das informações e conhecimentos da rede, para que a proposta se efetive. Isso depende, principalmente, do Ministério do Esporte considerar a inclusão da gestão das informações e dos conhecimentos de interesse público em acesso aberto, como prioridade da política ministerial no campo do esporte. Com base na literatura científica e nos dados dessa pesquisa, compreendemos que a definição e o cumprimento de um mandado que garanta o autoarquivamento no RIRC pelos pesquisadores da Rede CEDES poderia ser um primeiro passo. Todavia, o RIRC é uma proposta isolada na estrutura do ME e não foi desenvolvido para atender todas as demandas desse ministério. Esse fato subsidia nossa compreensão de que não podemos pensar na materialização de uma proposta de gestão da informação e do conhecimento em esporte e lazer, como política pública do ME, enquanto o RIRC for a única ação concreta com esse propósito no ministério.

CULTURA PARTICIPATIVA, MÍDIA-EDUCAÇÃO E PONTOS DE CULTURA CULTURA PARTICIPATIVA, MÍDIA-EDUCAÇÃO E PONTOS DE CULTURA

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Adicionado em: 22/05/2013
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GIRARDELLO, Gilka; PEREIRA, Rogério Santos; MUNARIM, Iracema. Cultura participativa, mídia-educação e pontos de cultura: aproximações conceituais. Atos de Pesquisa em Educação, Blumenau/SC, v. 8, n. 1, p. 239-258, jan./abr. 2013.

RESUMO

Este artigo é um exercício de aproximação entre dois referenciais teórico-metodológicos estudados em nosso grupo de pesquisa nos últimos anos, sempre à procura de responder às demandas educativas dos contextos em que atuamos, em ensino, pesquisa e extensão. O primeiro desses quadros de referência é o Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania – Cultura Viva – criado no ano de 2004 pelo Ministério da Cultura para potencializar iniciativas já existentes no país e estimular e fortalecer uma rede nacional de criação e gestão cultural. Nossa reflexão toma como base os Novos Mapas Conceituais (BRASIL, 2009) sistematizados de forma colaborativa nos documentos do projeto Cultura Viva. O segundo quadro teórico de referência é a síntese propositiva dos desafios que a cultura participativa contemporânea coloca à mídia-educação, elaborada por um grupo de pesquisadores norte-americanos sob a coordenação de Henry Jenkins (JENKINS et al., 2006). Outro tema que atravessa a discussão neste artigo é o da tradução como mediação intercultural, que surge na busca por fazer aproximar e convergir ideias sobre mídia-educação e cultura participativa advindas de diferentes domínios linguísticos e culturais. A reflexão sobre essas diferentes realidades (propostas práticas, quadros teóricos e documentos) tenta resumir e organizar um imenso número de questões, por meio de um trabalho coletivo, polifônico e comprometido com as práticas culturais cotidianas, em escolas e comunidades. Nossa tentativa de “fazê-los conversar”, aqui apenas iniciada, é necessariamente um convite a que mais colegas entrem na conversa.

Da realidade em jogo ao jogo na realidade Da realidade em jogo ao jogo na realidade

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JUNIOR, Gilson Cruz. Da realidade em jogo ao jogo na realidade: os games como baluartes da mudança social. Praxia, UEG, Goiânia, v. 1, n. 2, p. 174-179, 2013.

RESUMO:

Essa resenha descreve e analisa o livro escrito por Jane McGonigal, intitulado "A realidade em jogo: por que os games nos tronam melhores e como eles podem mudar o mundo", e publicado em 2012 pela editora BestSeller. Trata-se de uma obra que defende uma hipótese relativamente ousada e controversa: muito mais do que formas de entretenimento, os games são capazes de desencadear transformações sociais significativas, e no futuro contribuirão para solução de vários problemas globais.

 

DIALOGICIDADE COMO DESAFIO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO E MÍDIA DIALOGICIDADE COMO DESAFIO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO E MÍDIA

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LEIRO, Augusto Cesar Rios; RIBEIRO, Sérgio Dorenski Dantas. Dialogicidade como desafio de pesquisa em educação e mídia. Atos de Pesquisa em Educação, Blumenau/SC, v. 8, n. 1, p. 360-388, jan./abr. 2013.

RESUMO

Trata-se de um ensaio que discute o binômio educação e mídia como categorias teóricas substantivas e toma uma experiência teórico-metodológica de pesquisa, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, com jovens de uma escola pública sergipana como referência. O questionário, os filmes seguidos de roda de conversa e a produção de jornal e vídeo foram os procedimentos metodológicos. Reconhece que as inovações tecnológicas se constituem em artefato significativo na vida dos sujeitos e aponta a formação como desafio estratégico para afirmar protagonismos e dialogicidade na ambiência escolar.